Reverência

“É preciso dizer também que a maioria dos pais querem bem seus filhos, mesmo que em algumas ocasiões não consigam, devido à própria dor, expressa-lo e vivê-lo de maneira que o filho se sinta bem. Tomara que esses filhos possam se desenvolver bem e dessa maneira dar algo bom à própria história familiar.

Na prática budista de ‘tocar a terra’, descrita pelo monge vietnamita Thich Nhat Hanh, há uma reverência em agradecimento aos antepassados que diz o seguinte: ‘Vejo que a origem de minhas raízes procede de meu pai, de minha mãe, de meus avôs, de minhas avós e de todos os meus antepassados. Sei que sou apenas a continuação dessa linhagem ancestral. Por favor, me apitem, me protejam e me transmitam vossa energia. Sei que one quer que os filhos e netos estejam, os antepassados também estão ali. Sei que os pais amam sempre e apoiam seus filhos e netos, ainda que nem sempre sejam capazes de expressá-lo de modo eficaz por culpa das dificuldades que tiveram. Vejo que meus antepassados tentaram construir um modo de vida baseado na gratidão, na alegria, na confiança, no respeito e no amor compassivo. Como continuação de meus antepassados, me prostro profundamente e permito que suas energias fluam através de mim.”

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(Trecho extraído do livro “Onde estão as moedas”, Joan Garriga, 2011)

 

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