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A pretensão de não aceitar os pais

“Além disso, a pretensão de não aceitar os pais é isto, pretensão. Porque quem somos nós para não aceitar algo que a vida determinou? A vida impõe sua realidade e nós podemos, no máximo, nos esgoelar em vão, gritando que deveria ter sido diferente, mas só perdemos nossa energia com isso. Há uma máxima de certas tradições de sabedoria que diz o seguinte: “Consentimento é libertação”. Ou ao contrário: “Oposição é sofrimento”.

(Trecho extraído do livro: “Onde estão as moedas? – As chaves do vínculo entre pais e filhos”)

O desafio do grande amor

“O grande amor nos desafia a amar não apenas o que nos convém, o que é agradável para o pequeno eu. O amor desprendido, generoso, nos expande em todas as direções, principalmente nas que nos levam para além de nós mesmos. Então, saltamos do que gostaríamos para o que realmente é. E no grande amor há desafios inacreditáveis”.

(Trecho extraído do livro: “Viver na alma – amar o que é, amar o que somos e amar os que são”, Joan Garriga, 2011)

Pensar demais

“Seng-Ts´an, terceiro patriarca da tradição Zen, nos legou uma frase misteriosa: ‘Aparta-te de todo pensamento e não existirá lugar aonde não possas ir’. Significa dizer que os pensamentos são a matéria prima de nossas limitações, porque nos seduzem com tamanha força que nos afastam de nosso ser essencial”.

(Trecho extraído do livro: “Viver na alma – Amar o que é, amar o que somos, amar os que são”, Joan Garriga, 2911)